
Antonio Brito
PSD · BA · Deputado(a) Federal
Situação: Exercício
Gasta mais do que os parlamentares-modelo (quem gasta pouco, produz bastante e comparece bem) e ainda falha em produção ou presença — a combinação mais preocupante.
🐀 Comparamos com um grupo de referência: deputados que ao mesmo tempo gastam pouco, produzem bastante e comparecem bem às votações. Este deputado gastou mais que a mediana de R$ 653.769 dos parlamentares-modelo, e também apresentou menos propostas que a mediana de 2.797 desse grupo, e também está entre os 25% que menos comparecem às votações. Falhou em gasto e em pelo menos um dos outros dois — a combinação que consideramos mais preocupante.
Desde 2023 (mandato atual), Antonio Brito gastou R$ 1.375.718 de dinheiro público (a “cota parlamentar”, usada para manter escritório, passagens, etc). Isso é mais do que a média dos outros deputados. Para comparar: dá para pagar 849 salários mínimos com esse valor.
Além disso, Antonio Brito recebe R$ 46.366 de salário por mês (o “subsídio”, bruto) — valor fixo e igual pra todos os 513 deputados, definido por lei, não vem da cota parlamentar acima. Só informativo: como é igual pra todos, não entra em nenhuma conta de gasto/pontuação/nível aqui no site.
Desde que assumiu o cargo, apresentou 2.129 propostas (projetos de lei, requerimentos, etc) na Câmara — mais do que a média.
Votou em 36% das 1.125 votações do Plenário no mandato atual (desde 2023) em que ele estava no cargo (400 de 1.125).
Ainda não verificamos se há sanções em nome dele no Portal da Transparência.
⚖️ Esses critérios são calculados do mesmo jeito para todos os deputados, de qualquer partido — não importa a legenda.
🐀 Gasta mais do que os parlamentares-modelo (quem gasta pouco, produz bastante e comparece bem) e ainda falha em produção ou presença — a combinação mais preocupante.
Gasto de dinheiro público (cota parlamentar) no mandato atual
Propostas apresentadas (desde que assumiu)
Presença nas votações do Plenário no mandato atual
Essa avaliação não é a Lei da Ficha Limpa oficial (que envolve condenações da Justiça Eleitoral, dado que ainda não conseguimos acessar). “Gasto” e “presença” somam o mandato atual inteiro (desde 2023), não só o ano corrente. “Propostas” conta desde que o deputado entrou na Câmara, indo além até de mandatos anteriores. “Presença” conta só votações nominais do Plenário (não de comissões, pra ser justo com quem não é membro de todas), só nos anos em que o deputado já estava no cargo, e é baseada em voto registrado, não presença física comprovada. Gasto e propostas são comparados com a mediana de um grupo de referência: os 7 deputados que estão ao mesmo tempo entre os que menos gastam, mais produzem e melhor comparecem (não com a média de toda a Câmara, que inclui muita gente ruim e “acha” a régua pra baixo).