
Paulo Guedes
PT · MG · Deputado(a) Federal
Situação: Exercício
Tem uma sanção (irregularidade) registrada no governo. Não deveria ser reeleito.
Desde 2023 (mandato atual), Paulo Guedes gastou R$ 2.098.061 de dinheiro público (a “cota parlamentar”, usada para manter escritório, passagens, etc). Isso é mais do que a média dos outros deputados. Para comparar: dá para pagar 1.294 salários mínimos com esse valor.
Além disso, Paulo Guedes recebe R$ 46.366 de salário por mês (o “subsídio”, bruto) — valor fixo e igual pra todos os 513 deputados, definido por lei, não vem da cota parlamentar acima. Só informativo: como é igual pra todos, não entra em nenhuma conta de gasto/pontuação/nível aqui no site.
Desde que assumiu o cargo, apresentou 1.228 propostas (projetos de lei, requerimentos, etc) na Câmara — menos do que a média.
Votou em 90% das 1.125 votações do Plenário no mandato atual (desde 2023) em que ele estava no cargo (1.018 de 1.125).
⚠️ Encontramos CEIS (1) — uma sanção (punição por irregularidade) registrada em nome dele no Portal da Transparência do governo federal.
⚖️ Esses critérios são calculados do mesmo jeito para todos os deputados, de qualquer partido — não importa a legenda.
🐀⛔ Tem uma sanção (irregularidade) registrada no governo. Não deveria ser reeleito.
Gasto de dinheiro público (cota parlamentar) no mandato atual
Propostas apresentadas (desde que assumiu)
Presença nas votações do Plenário no mandato atual
Essa avaliação não é a Lei da Ficha Limpa oficial (que envolve condenações da Justiça Eleitoral, dado que ainda não conseguimos acessar). “Gasto” e “presença” somam o mandato atual inteiro (desde 2023), não só o ano corrente. “Propostas” conta desde que o deputado entrou na Câmara, indo além até de mandatos anteriores. “Presença” conta só votações nominais do Plenário (não de comissões, pra ser justo com quem não é membro de todas), só nos anos em que o deputado já estava no cargo, e é baseada em voto registrado, não presença física comprovada. Gasto e propostas são comparados com a mediana de um grupo de referência: os 9 deputados que estão ao mesmo tempo entre os que menos gastam, mais produzem e melhor comparecem (não com a média de toda a Câmara, que inclui muita gente ruim e “acha” a régua pra baixo).